segunda-feira, 16 de março de 2009

Os Primeiros Toques

Nunca vou me esquecer daquele dia e, mesmo que quisesse, nunca iria fazê-lo.
O dia amanheceu calmamente e, eu como sempre, havia ido pra cama muito tarde por conta dos filmes eróticos que alugava com as amigas, escondida dos meus pais. Como dizia que queria gravar um filme ou algum documentário eles não se importavam em me deixar na sala até terminar. Sempre as sextas-feiras, pegava um filme, colocava os fones e, como dizem, ficava com um olho no padre e o outro na missa. Me deliciava com as cenas e em algumas até me assustava pois nunca havia tido algum contato sexual mais profundo além dos beijos e das mãos que tentavam mais e eu sempre rejeitava por puro medo. Nesse dia fui encontrar com as meninas pra dizer o que havia achado do filme pois, cada uma de nós, o assistiamos uma de cada vez... Tinhamos quase todas a mesma idade,entre 14 e 16 anos. Chegavamos sempre emplogadas e nos reuniamos na casa de quem os pais não estavam. Era uma farra..."-Nossa mas o loirinho tem um pau enorme!", dizia uma..."-Você viu como ela colocava o pau dele inteirinho na boca?", dizia a outra. E sempre nos perguntavamos quando seria a nossa tão sonhada primeira vez. A essa altura, o papo rolava a mil maravilhas que nem percebemos a chegada do irmão da nossa amiga mais nova, o Anderson. Ele era tudo de bom! Pernas grossas, ombros largos, olhos azuis e uma boca de matar qualquer uma de prazer, como pude comprovar depois. Nenhuma das outras meninas notava mais eu, tinha um verdadeiro facínio por ele e, sempre que eu podia, ajudava ele a preparar o nosso lanchinho. Com sua chegada tivemos que parar a conversa e nos dirigimos a sala para o famoso jogo da verdade que, naquele dia, teria um convidado especial, Anderson. Eu não sabia o que me esperava pois não tinha idéia do que ele havia planejado. Sem saber que ele já havia notado meus olhares a algum tempo, mesmo surpresa, topei sua participação inusitada. Sentamos frente a frente e logo fiquei nervosa ao perceber que ele estava sem cueca!! Ele, com aquele short de boca larga, me deixava admirar o que todas nós cobiçavamos a minutos atrás... um pau quase duro, "meia-bomba", que me deixou de olhos vidrados até que minha amiga do lado me deu uma catucada dizendo do tipo "Se liga!". Recomposta de momento começou o jogo. As perguntas simples e inocentes de ínicio deram lugar a testes picantes e cheios de malícia. Como a irmã do Anderson havia ido ao quarto, ficamos eu, Anderson e mais três meninas. Beijinho na boca de uma, uma passada de mão na bunda da outra até que a bendita garrafa apontou em minha direção. O Anderson me olhou de uma maneira tal que fiquei com medo do que poderia vir daquela cabeça. Dei um sorriso meio sem graça e ele fez a pergunta -"Desafio ou verdade?" Verdade!! Respodi de pronto e, qual não foi minha inibissão ao ouvir: "Você se masturba?" Fiquei sem graça, sem ação alguma e, como demorava pra responder, ele se levantou e disse: "Vamos, o jogo acabou e tenho que me arrumar. Outro dia continuamos." Ufa! pensei, salva pelo gongo! Mas o fim havia se dado apenas no jogo pois quando as meninas foram para o quarto, ele me segurou pela mão e disse:"Você não, você vai me ajudar a lavar os copos e pratos se não, não dá tempo pro que quero fazer." Saiu me arrastando até a cozinha e como o pedido tinha sido feito com sutileza, nenhuma das meninas desconfiou da real intenção dele. Na cozinha, me dirigi logo a pia e já ia começar a limpeza quando o Anderson me pegou pela cintura e, sem que eu pudesse dizer uma palavra, me deu o beijo mais gostoso do mundo. Jamais imaginei que ele pudesse fazer algo desse tipo pois sempre me tratou com muita educação. Sem entender o que havia acontecido me afastei. Naquele momento, olhando em seus olhos, percebi que aquele beijo era só o começo de algo bem maior(e bota maior nisso!) e melhor. Sem demora ele me puxou e caimos sentados numa das cadeiras que estavam ali..."Você é maluco?! A gente podia ter se machucado!" E, num movimento rápido de mãos, estava com a blusa aberta e meu seio esquerdo já estava inteiro em sua boca. O que eu sentia era uma mistura de medo e tesão. Medo por ser pega por uma das meninas e o tesão de estar sendo mamada por aquele homem maravilhoso! Derrepente, ele se levantou e disse:"Vou pro quarto e te espero lá. Não demora!" eu não entendi e, antes mesmo que eu pudesse protestar, ele havia saido da cozinha. Tentei pensar e a única reação que tive foi de ir atrás dele passando praticamente juntos pela mesma porta. "O que é você quer afinal? Como é que você faz aquilo comigo e me deixa plantada na cozinha sem entender nada? Vai me dizer ou não?" ele continuava em silêncio e, quando prestei atenção, seu quarto estava na penumbra e só eu e ele ali. Ele me olhando de um modo terno, quase paternal. Suas mãos vieram e trouxeram seu corpo em minha direção de um modo tal e qual que, ao me dar conta, estava em seus braços sentindo um perfume suave, tentador. O Anderson não era mais um garotinho, tinha 18 anos e estava servindo o exército. Queria seguir na carreira militar. Tinha o corpo bem feito, pernas grossas, tronco esculpido e ombros largos... Um olhar profundo como de quem consegue desvendar seus segredos e uma boca de fazer inveja a muitos atores globais. Era delicado no trato com mulheres e demonstrava uma experiência invejada pelo próprio pai! E assim, cuidadosamente, me manteve em seus braços num aconchegante abraço onde cada beijo me tirava o folego e me fazia não sentir as pernas... "Você não sabe a quanto tempo eu esperava por isso... ficar assim... com você nos braços..." Cada frase que dizia me invadia de uma maneira perturbadora. O medo me rondava. "D... eu nunca..." não deu tempo de terminar a frase, estava deitada naquela cama sendo beijada e mordiscada em cada pedacinho do corpo... A sensação era de mil bocas, mil mãos que estavam ali, me tocando, me provocando. Era inútil lutar pois, da mesma forma que pensava em sair dali, meu corpo queria mais e mais. Nos olhavamos nos olhos e o único som que se ouvia era o de nossa respiração cada vez mais profunda. Em cada peça de roupa que me era tirada, um arrepio subia pela espinha e mais forte e ofegante ficava a respiração... Com uma das mãos ele tocava meu seio e com a outra, me afagava os cabelos. Segurando minhas pernas, me fez enlaçá-lo e ficamos assim por algum tempo... Olhos nos olhos, seus dedos percorrendo meu rosto, pescoço, ombros e colo. Eu estava entorpecida pelos toques e pelo perfume que, sempre que o reconheço em alguém, meu coração acelera. Era assim que ele me dominava, calmamente, dando a devida atenção a cada centímetro de mim. Já estava quase gozando com seus toques quando ele me deitou e começou a beijar minha buceta. Beijava, como se estivesse beijando minha boca... Era a primeira vez que fazia sexo oral! Eu delirava, gemia e sussurrava palavras sem sentido e ele, continuava... sem pressa. Abriu meus lábios e mordeu meu grelo ao mesmo tempo que me tocava o cuzinho me deixando cada vez mail louca. Gozei como nunca havia gozado quando me masturbava. Sentia que o corpo todo tremia, me contorcia na ânsia de retardar o momento querendo que ele durasse eternamente. Nem bem acabei de gozar, ele me virou de bruços e começou a acariciar minha costas e lamber minha bunda. Uma sensação diferente tomou conta de mim e, descobri naquele dia como o sexo anal era MARAVILHOSAMENTE gostoso! A primeira vez, centímetro por centímetro... A dor e o prazer misturados me fizeram gozar uma, duas, três vezes seguidas. Era delicioso ouvir os gemidos dele, cada estocada era um prazer a mais, muito mais do que podia imaginar. Sentir o gozo quente dentro de mim, dando e recebendo prazer de um jeito que jamais pensei que poderia num êxtase profundo. E ficamos assim, ele deitado sobre mim com o pau enterrado na minha bunda, me beijando as costas e dizendo o quanto meu cuzinho era gostoso e eu, o sentindo latejante, pulsante. Devagar, ele foi saindo de dentro de mim, deitou ao meu lado e me beijou os olhos e a boca demoradamente. Fiquei admirando seu sorriso e seus olhos, estavamos quase adormecendo quando uma batida na porta nos trouxe a realidade. Uma das meninas o estava chamando perguntando se ele havia me visto, ainda com a voz rouca, ele repondeu que eu tinha ido até a padaria e que voltaria logo. Se ela acreditou eu não sei mas, quando sai do quarto, tive a distração como minha aliada. Depois desse dia, eu e o 'D' nos encontravamos sempre aos sábados quando seus pais não estavam. Quem não gostou muito dessa história foram as meninas pois, tive que mudar o dia de nossas reuniões. Cada sábado era um prazer diferente mas isso, eu conto depois...

Um comentário:

Blue disse...

Claro que gostei. História ou estória, não vem ao caso. Excelente descrição. Parabéns.

Fui ao fundo do baú, viste?

Beijos