domingo, 28 de junho de 2009

mel...


E quanto mais eu o chupava mais o sentia teso. Sabia que daquele jeito ele gozaria logo e tentei não fazer tão bem como ele queria mas, quando não o fazia, sentia o chicote batendo na bunda... quase pude sorrir... ele sentiu... bateu mais forte... Parei deixando ele se mover... ''-Continua... não mandei parar!''...Meu medo se transformou... e comecei a me deliciar com a situação quando percebi que o tesão dele estava a flor da pele. Chupei mais forte... movia a língua e sugava com vontade, com desejo... num gemido longo... ele me segurou pelos cabelos me fazendo parar. "-Para!... para... abre a boca... fica quieta!(pediu ele meio ofegante enquanto latejava em minha boca) Boca úmida, quase babando... fui engolir ele protestou..."-Quieta!"... senti que, aos poucos, seu membro perdia a rigidez, se acalmava... e, recomeçou. Empurrou até o saco tocar meu queixo... mais uma vez... e outra... outra... o sabor em minha língua denunciava as primeiras gotas do gozo mas, ele não deixou vir... parou! Passou os dedos nos meus lábios... me fez chupa-los...

-Não... não fecha a boca...(respirava fundo, cansado)
-..hunn...(puxou meus cabelos e minha cabeça para trás... e eu de boca aberta...)
-Assim...(ele se afasta)
-Fica assim...( silêncio... um longo silêncio)

Um açoite na bota... passos... algo em minha boca(?)... é doce e espesso... reconheço o cheiro,o sabor... é mel!... Não fecho a boca... ele transborda e me escorre pelo pescoço... me percorre colo, seios, ventre... por dentro do vestido... "-Fecha... não engole..." ele me fala enquanto sinto morno o mel da minha boca... ele coloca a mão em minha nuca, enlaça meus cabelos e me faz deitar no chão... segura meus pulsos amarrados e eleva meus braços... estendidos, sinto nas mãos o que seria um dos pés da cama... entendo o que ele faz, ele levanta a cama e passa um dos pés por entre meus braços... "-Puxe!"... presa ao pé da cama, puxo em vão... a cama de madeira é pesada para mim e nem se move... mais passos... sinto seus dedos em meus joelhos subindo pelas coxas... sinto sua mão por baixo arrancar a calcinha... ele me abre as pernas e se ajoelha entre elas... suas mãos me apertam as coxas... a virilha... num gesto feroz, ele rasga e me arranca o vestido... enfia a língua em meu umbigo, me morde o quadril... arfando em gemidos me contorço e ele me segura... encolho os braços e a cama me impede... sua língua sobre o mel deliza pelo corpo e seus dentes me arrancam grunidos... ele tapa minha boca e me amordaça quando ameaço gritar... no arco que meu corpo produz sinto seus braços me envolvendo... ele se lambuza no mel do meu corpo me sugando os seios, mordendo o bico dos seios... "-Geme minha puta!...geme!!"... e me lanha... sinto suas unhas em minha coxa... se esfrega ensaiando uma penetração, me puxa... me faz sentir seu peso, força e para... se afasta me deixando ofegante... Tento protestar... um som diferente me faz virar a cabeça... o mesmo som me faz reconhecer o tirar das botas, o despir... um estalo... viro a cabeça tentando desvendar o som... não consigo... em minhas pernas, algo desliza... firme, frio... duro... encosta na minha vagina... fecho as pernas. Sinto algo roliço... é o mesmo que tive nas mãos?..."-Vou te comer com isso!".. lembrei das palavras e um arrepio me percorreu o corpo todo... apertei ainda mais as coxas e o segurei... Com as mãos ele tenta afastar meus joelhos... não deixo... cruzo as pernas tentando impedir e ele força... abre... ele o pega e pincela em mim... penetra... "-hummm!!"... toca no fundo... entra e sai, entra e sai... ouço seu gemido quando me contráio de prazer... ele gosta do que vê... sente prazer em me ver... ele o tira de mim e sinto escorregar até meu ânus... ele força... contráio... dói... mais um pouco... relaxo... sinto o calor que me arde... ''-Isso... deixa...!''... ele o penetra, lentamente... para... contráio e o seguro em mim... me sinto pulsando... penetra mais e mais... sinto que vou gozar... ele percebe e se aquieta e, me deixa assim... latejado quase gozando... me seguro... me controlo... sua boca... a língua passeia na coxa, virilha... do outro lado... ele beija meu sexo... meu grelo estala em sua língua e ele me devora... elevo o quadril buscando mais... ele suga o mel e extrai o meu... não aguento... o gozo vem... o corpo treme. Espasmos no ar... ele me segura... tento fechar as pernas... o gozo anal... ele me penetra vigorosamente... duplamente... estanco. Enlaço as pernas envolta do seu corpo e o seguro em mim... e me penetra... ele soca... estocadas longas... eu gemo... e gozo... a mordaça me machuca, sufoca... ele a arranca e me beija...

-Diz meu nome...
-'D'...( eu gemo...)
-Fala... me chama... me chama!!
-'D'...!

mais fundo... ele para... pulsa, urra, geme... me enche...

Ele o tira de mim... Retira minha venda e, aos poucos, abro os olhos... eu o vejo.. desfigurado de desejo.. realizando o começo, apenas o começo... Desata meus pulsos, me leva pra cama... Me beija... sente a febre. Me abraça, não se afasta... Antes de voltar a realidade, com seus lábios nos meus, me diz...

-Agora você é minha... só minha... te fiz pra mim... só pra mim... assim... pra sempre!...

terça-feira, 23 de junho de 2009

continuação... A Caixa

A cada passo que ele dava em minha direção minha aflição crescia. Estava com medo e mais ainda pela maneira com que ele falava... Não gritou, falou calmamente e pausadamente...

- A-bra a cai-xa!...
-'D'!... por favor...(bateu com o chicote na bota)
-Abra!...
- ...não foi minha intenção mexer nas suas coisa...

Ele parou a minha frente e respirou fundo... baixei os olhos e me resguardei em meus braços... ele via meu medo e não se mostrava compadecido... deu mais um passo... a ponta do chicote tocou minha coxa e ele a deslizou até meu joelho... e subiu com ele rente a minha pele... um arrepio. Mesmo com tanta tensão meu corpo reagiu... meu mamilo se mostrou rígido por baixo do vestido e ele o percebeu... levou o chicote até ele e passeou me eriçando ainda mais... senti no corpo o calor e o frio... ele estendeu a mão e segurando a minha, me puxou e me abraçou prendendo meus braços com seu corpo... beijou meu pescoço e lambeu o lóbulo da orelha me deixando mole... me entreguei ao carinho e me desarmei... caminhou me levando até a parede e segurou com uma das mãos meus pulsos... lambeu meu pescoço... mordiscou minha orelha e disse num sussuro cheio de tesão: ''-Agora, você é minha... MINHA!..." se afastou e ficou me olhando... olhei em seus olhos e vi tantas vontades... tantos desejos... caminhei até ele e ele me apontou o chicote.

-Vai... pode abrir a caixa.(disse brandamente)
-Eu não quero...
-Agora já pode... vai meu amor, abre!

Colocando a mão em meu ombro me levou a té a cama... forçou como quem força alguém a sentar e fui me sentar na cama... Não, ele disse e forçou novamente... fui abaixando e ele dizendo "Isso, isso mesmo"... me ajoelhei ao pé da cama e ele passou a mão em meus cabelos... "abre seu presente, abre!"... fui olha-lo e ele disse não... se posicionou por trás mantendo as mãos em meus ombros... puxei a caixa e fui abrindo... tentei desatar o nó da sacola que havia dentro da caixa e não consegui... ele riu e disse que quanto mais eu puxasse daquele jeito mais o nó ficaria apertado... apontou com o chicote "-puxe esta ponta."... puxei e o nó foi afrouxando... quado abriu por completo ele disse: "-Agora, tire tudo com cuidado e coloque na cama."...Coloquei a mão e retirei um cordão de seda mais grosso que o da sacola, uma venda... a mesma com que ele havia me presentiado, uma caixinha vermelha com algo dentro e... ele pousou o chicote em minha mão e disse basta... ergueu a venda com a ponta do chicote e pediu pra que eu a colocasse... obedeci...

-Isso... boa menina!
-'D'...
-Shiiiiii... (passou algo em meus lábios e calei)
-Dispa-se...(estava apenas de vestido e calcinha... levei a mão para trás e desci o fecho)
-Pare! (disse ele quando baixei as alças...seios grandes, desnudos... algo tocou meu mamilo e meu coração saltou... nem quente nem frio... apenas tocou)
-Fique assim...(ouvi seus passos se afastando e vindo em minha direção)
-Junte os pulsos... assim...( senti algo envolvendo meus pulsos.. apertou e doeu... ele parou e beijo meus dedos)
-Ajoelha... (ajoelhei e ouvi algo como um tintilar... era a fivela do cinto... dois passos)

Agora estava perto pois senti seu cheiro... passou a mão em meu cabelo e deixou sobre minha cabeça... Senti algo tocar em minhas costas... leves batidinhas... segurou meu queixo e disse abra a boca... abri e senti algo duro... não era seu membro... era liso ponta arredondada e comprido...

-Chupa... lambe... (uma batida na bunda me alertou... era o chicote)
-Abre mais... isso... Sabe o que é isso?( fiz que não com a cabeça pois estava com aquilo na boca)
-Pega... sente...(ele o colocou em minhas mãos e mal pude abrir para pegar... senti algo roliço grosso, duro...)
-Vou te comer com isso!...(meu coração disparou... )
-'D'...
-Shiiiiii... (fechou minha boca com um beijo e bateu em minha bunda com o chicote)
-Me chupa...(colocou de uma vez o membro em minha boca...)


... meu sexo? inundou de tesão...

quarta-feira, 10 de junho de 2009

A Caixa...


Depois do café, Cici foi arrumar algumas coisas e permaneci na cozinha a lavar a louça. Deixei o pensamento fluir e sorri nervosamente por lembrar do que havia acontecido a pouco... Cici. Ela nos disse, durante o café, que nunca mais se apaixonaria por um homem, que até havia gostado do jeito com que os meninos a trataram mas que gosta mesmo é da maneira com que a mulher faz. Olhava pra mim e ria... disse que eu fazia gostoso e que estava gostando de ficar ali conosco descobrindo coisas novas... O 'D' nos olhava e ria dizendo que havia perdido a "namorada"... Oscar sorria mas era como se houvesse um freio em suas ações... Despertei do pensamento com a pia trasnbordando...

-Ei!?... o que a senhorinha tem?(pergunta o 'D' depois de me ouvir bradar na cozinha)
-Nada... me distrai... transbordou...
-Deixa eu ver... 'pera ai... 'pe-ra...(dizia mexendo na pia)... AQUI!! ACHEI!!!(gritava ele feito bobo com uma rolha na mão)
-Para 'D'... seu bobo!(dizia enquanto tentava escapar dele que me jogava água e ficava pulando)
-Espera... 'D'?!...espera um pouco... o que houve com o Oscar ontem? Mas me diz a verdade!?(seu rosto mudou e insisti) a verdade!
-Olha só, eu não vou contar o que está acontecendo... é uma coisa dele e ele é quem decide o que fazer. Se quiser realmente saber, pergunte você. Mas não agora... Deixa ele pensar mais um pouco em tudo o que conversei com ele ontem... Você não precisa se preocupar.
-Não mesmo?(ele me olhou e fez uma pausa enorme...)
-Acho que não... vai depender do que ele resolver fazer e de como vão entender...

Pronto... disse e não disse e ainda me deixou preocupada... Eu tinha em mim, bem no fundo que ele havia gostado da Cici e não queria me contar. Inda mais, depois do que foi falado durante o café, ele ficou triste... então era isso! Ele gostava da Cici mas não queria que eu soubesse nem diria nada a ela depois do que ela nos contou... então, comecei a entender. O 'D' me ajudou a arrumar a cozinha e nos dirigimos para a frente da casa... A manhã ia se mostrando cada vez mais limpa mesmo com algumas nuvens escuras ao longe. Logo chegariam os amigos do seu Juca e começariam a trabalhar no telhado... O Oscar e o 'D' iam para o outro lado do sítio e eu fui ajudar Cici na casa. Dividimos as tarefas e cálculamos que tudo ficaria pronto antes do almoço. Ela foi para os quartos e fiquei com a arrumação da sala e copa e, um banheiro para cada uma. Tudo ia muito bem e o serviço estava bastante adiantado até Cici me chamar. Fui para o quarto e, quando cheguei lá, ela estava sentada na cama do 'D' com uma caixa nas mãos.

-Que é isso?!... Onde você pegou isso??(perguntei assustada sentando-me ao seu lado)
-Você não sabe o que é??(os olhos arregalados de Cici mostravam o quanto ela estava curiosa)
-Não,... não sei!... Não sei o que é e guarde logo isso!(falei demosntrando meu receio de um dos meninos chegar e a vir com a caixa...)
-Vamos abrir antes de guardar...(disse-me forçado o pequeno ferrolho)
-NÃO!!... Cici... não...(segurei-lhe as mãos e olhando em seus olhos a fiz entregar-me a caixa)
Ela entregou-me a caixa como se fosse algo muito frágil... Já tinha visto a caixa no quarto do 'D' e não entendi o porque de estar ali. Ele a mantinha guardada a sete chaves e nem seu pai sabia que tal caixa existia... Eu a descobri por um acaso... procurava uma coisa e achei outra. Quando o 'D me viu com a caixa nas mãos tomou-a de mim dizendo que ainda não era o momento para eu saber o que havia ali e me fez jurar que não abriria a caixa sem que ele mandasse... Sorri e ele segurando firme minha mão me fez jurar... Não entendi o porque daquilo e mesmo assim jurei, prometi nunca abrir a caixa sem que ele permitisse... Ele me beijou a testa e disse-me ao pé do ouvido... "-Ela será aberta quando você for só minha." Senti um frio na espinha e a mesma sensação me voltava naquele momento... ali estava ela... A caixa. Ela era retângular e recoberta de veludo em tom de vinho... Na tampa, um desenho que chamava a atenção... se assemelhava a um brasão com o metal trabalhado... Uma mulher ajoelhada e nua apenas com uma venda nos olhos e uma rosa onde o espinho lhe feria o seio e uma gota como se fosse sangue lhe escorrendo pelo colo. Não tinha feições de dor... era como se estivesse sentindo prazer... O fecho da caixa era um pequeno ferrolho no formato de cordas entrelaçadas... (até hoje procuro algo parecido mas nunca vi igual) Passei os dedos sobre a caixa e senti o corpo estremecer... Olhei Cici e seus olhos não desviaram da caixa um só segundo... pousei-a sobre a cama delicadamente... "-Abre!"... pedia Cici murmurando como se fosse grave falar mais alto que um murmurio... tomada pela curiosidade esqueci-me do juramento e deslizei o ferrolho... ouvimos um suave "clic" e meu coração disparou... parecia que iria sair do peito... respirei fundo e levantei a tampa... Dentro, um tecido em veludo negro que parecia uma sacola estava fechado por um cordão de seda dourado num nó muito apertado... tentei desatar. Minhas mãos tremiam tanto que a primeira tentativa foi frustrante e levantei-me da cama num único movimento...

-Melhor não...(disse à Cici enquanto apertava as mãos aflitivamente)
-Não... vamos ver... eu quero ver!(pedia ela com a curiosidade a flor da pele)
-Não Cici. Não... Eu conheço o 'D'... Isso estava nas coisas dele, não estava?(balançou a cabeça que sim)...
-Então... é melhor guardar onde estava. Olha,... vai... vai lá fora e vê se eles não estão vindo... anda... anda logo!!

Cici saiu do quarto sem me questionar. Fiquei trêmula em imaginar se ele descobrisse que haviamos encontrado a caixa... Tentei pensar em algo... tinha que guardá-la antes que ele voltasse e percebesse que tentamos abrir e...(escuto a porta... não tenho coragem de me virar)
...
-Então... é isso... vai, abra!... Já que a curiosidade é tão grande, termine o que estava fazendo...
-'D'... eu achei a caixa e não sabia...(dizia Cici)
-TERMINE!...

Bradou ele de um modo que nunca ouvi... Tão forte que congelei e não conseguia me virar e encará-lo... Cici tentou entrar e argumentar e ele a mandou sair do quarto... me virei e ele estava de pé fechando novamente a porta... vi os olhos da Cici e me arrepiei de medo... ele fechou a porta e passou a chave... caminhou lentamente em minha direção e foi quando vi, em sua mão, o chicote do cavalo...

-Termine... abra... a-go-ra!!...