quinta-feira, 24 de setembro de 2009

continuação...

Não existe tempo quando estou com os meninos. Tudo acontece no seu tempo de modo gradativo e suave. A saudade que sentiamos não nos deixava espaço para perdermos tempo. Tempo... precioso e preenchido com ternura, amor, carinho e desejo. Tempo que se transforma e nos dá a ilusão de que segundos e minutos podem ser horas sublimes se bem aproveitadas... E, aproveitavamos! Oscar sabia o que eu queria e eu podia sentir cada vontade sua. A maneira com que o desejo nos tomava fazia o corpo acender e deixava o tesão falar sem obstáculos. Olhos nos olhos e um leve sorriso antes do beijo... A boca do Oscar tomava a minha de maneira suculenta... Ele tem uma forma de beijar que acaricia a língua e os lábios num modo qual que o desejo de tê-lo entre as pernas é inevitável. Sua mão se embrenha com seus dedos por minha nuca e entre meus cabelos. Ele me segura com força e me puxa mais pra perto... Me detem a boca e se ergue na cama ficando de joelhos...

-Deita.
-Assim?(deito de costas, cabeça entre suas pernas)
-Isso, amor... Abre a boca!... Isso...assim...

Minha cabeça pende na beira da cama e ele se debruça sobre meu corpo... desliza sua língua no meu ventre e alcança meu grelo... Devagar, seu pau escorrega garganta abaixo me tirando o ar. Foi o mais profundo que pode ir sem me sufocar... As lágrimas não se conteem e caem... mais uma vez abafa meu gemido com seu pau entalado em minha boca... Vai e vem e não aguento. Por um segundo não apago... por um segundo não me afogo... Ele me deixa respirar e recomeça... mais lento, mais suave... invertemos o 69 e consigo controlar melhor a profundidade da penetração. Ele, arregaça o que pode e introduz dois dedos em mim... Mais um dedo e me pinça... dois no ânus, um na vagina e sua língua e dentes brincando com meu grelo... Já estou enlouquecida e não consigo mais chupar... meus gemidos já estão altos e sem controle...

-VOU GOZAR!! VOU GOZAR!!!(ele para e bate na minha bunda)
-Não mandei você gozar.
-Mas...(outra palmada, mais forte)
-Não mandei você falar.(outra palmada e outra e...)
-Chupa! Agora!

Senti meu sangue correr mais forte... Não há como explicar. É como se eu me tornasse outra pessoa, outra mulher... Segurei seu pau e chupei com tanta vontade que senti a língua doer... Enfiei o que conseguia e nisso cravava as unhas nas suas coxas fazendo ele gemer de dor. Quando senti seu pau pulsar, parei e fiquei quieta com ele na boca. O senti mover o quadril e o fiz parar... Fiquei assim o bastanta para deixá-lo aquietar e recomeçei com a mesma voracidade. Um grunido e ele me apertou tentando chegar a minha buceta... Novamente o senti perto do gozo e parei e, desta vez, parei e me afastei levantando da cama... Ele levou as mãos ao rosto e como tentando conter mas não adiantou... O jato do seu gozo ia alto fazendo o pênis pulsar solto... Caia sobre suas pernas e barriga... No último jato, vi seu corpo estremecendo como quem recebe pequenos choques... Ele agarrou o lençol e gemeu de um modo quase doído... Me aproximei quando ele estava de olhos fechados e fui lambendo seu gozo... Cada vez que minha boca encostava na pele dele, um gemido e um suspiro o levavam a se contorcer... O limpei de todo o gozo e me deitei ao seu lado. Ele me abraçou e no abraço me disse:

-Assim você me mata!(não contive o sorriso)
-Mato nada... Mas foi você quem pediu...
-Pedi?!
-Pediu sim...
-Estava quase gozando!
-E eu? Não estava?
-É... estava...(ele me beija e desce)

Vai me beijando e mordiscando o corpo me fazendo amolecer... A sensibilidade dos seios, da barriga e quadril são visiveis... São arrepios e gemidos misturados. Ele me tem fácil e eu, não resisto... Ele me coloca como quer... de lado de costas... me eleva e me deita, me aperta, me contem... Me pôs de joelhos, peito encostado na parede. Mordeu minha nuca, minhas costas... Beijou e lambeu meu rosto... desceu sua mão e me tocou firme me encontrando molhada até a alma... Me deitou sobre si e me masturbou lento de um modo que me deixava livre. Lambi meus dedos e mãos... toquei meus bicos e senti o arrepio do meu corpo sob as mãos... O corpo brilha no orvalho que precede o gozo... Corpo em arco e ele sabe que vou gozar... ele se ajeita e, me deita sobre a cama e me beija... desce beijando... beija meu grelo exposto e escancarado... passa a língua firme e lambe... Banho de gato... Dois dedos na vagina e eu gozo forte. E choro... mordo o dorso da mão tentando abafar o choro mas, me descontrolo... enlaço as pernas sobre ele e ele abraça meu corpo e me ergue... Escondo o pranto no seu ombro e o ouço dizer EU TE AMO! Nas últimas forças que me restam antes de adormer, eu o abraço forte. Ele me beija longamente e me deita...

-Dorme aqui...
-Não posso... eu não...
-Shhiiii... dorme... eu te acordo depois...

Depois de um longo tempo ele veio me despertar. São quase dez da noite! Ele já me havia vestido enquanto eu dormia e a Tia Isa já estava em casa. Ela entra no quarto e pergunta se já estou me sentindo melhor!? Olhei pro Oscar e respondi que sim. A Tia Isa furiosa disse que assim que o Tio chegasse, iria conversar seriamente em fazer uma casinha pro cachorro... "-Já pensou se ele te pega menina?! Quem ia ficar com dor de cabeça era eu!"... É, né... menina frágil que sou, tive a companhia do Oscar que me levou até em casa e das desculpas da Tia Isa pelo telefone onde dizia aos meus pais que nunca mais ia deixar o cachorro solto... Já pensou? Perto do Natal?! tsc,tsc...


terça-feira, 8 de setembro de 2009

Te Quero. Vem!



Faltava uma semana para o Natal! A maioria dos presentes já foram comprados, na árvore não cabia mais enfeites e metade da ceia já havia sido encomendada. A agitação desses últimos dias transpassava as paredes e quintais... cada casa se enchia de esperanças que iriam se renovar à meia-noite do ínicio do dia 25. Tantas esperanças e eu jogada na cama depois de andar meio mundo na esperança de encontrar um presente especial. E os cartões de Natal?! Todos já haviam sido enviados... Tios, primos, amigos... Um agrado pro carteiro, outro ao padeiro... A galera do caminhão de gás... Chegavam cartões de várias pessoas. Eram lidos e colocados na árvore...(será que alguém ainda faz isso nos dias de hoje?). Você entrava numa loja e ouvia um Feliz Natal seguido de um sorriso! Balinhas e pirulitos eram distribuidos as crianças e podia se ver nas pessoas uma felicidade mais explicita. O 'D' havia viajado e só voltava no fim de semana. Oscar, mal sabia o que era almoçar naqueles dias de tanto trabalho... quase duas semanas sem podermos ficar juntos... Tudo estava à flor da pele.Estava quase dormindo quando o telefone toca e em seguida minha mãe me chama... ao atender, uma voz do outro lado diz: "TE QUERO! VEM PRA MIM, AGORA!!SOMOS SÓ NÓS DOIS"... senti o calor me invadir ao mesmo tempo em que um frio me percorria a espinha... Olhei para o relógio, 16:25! As pernas não se mexiam, não podia responder. Novamente a voz me diz: "VEM! JÁ DEIXEI O PORTÃO ABERTO. É SÓ ENTRAR!"... Desliguei e, só depois de alguns segundos pude ouvir minha mãe...

-... e não esquece de dizer pra mãe do 'D' que amanhã vou pegar as toalhas de mesa e preciso da medida das duas mesas grandes.
-Mas mãe, eu entrego isso pra quem?
-Você não prestou atenção no que eu disse?

Repetiu o que eu precisava ouvir, CASA DA TIA DO 'D'!... Enquanto fui me arrumar ela preparou duas sacolas com as coisas que a tia do 'D' iria precisar... Pronta, peguei as sacolas e fui... Na minha cabeça se formavam interrogações... e lembranças do sítio me fizeram molhar a calcinha. A casa da Tia ficava duas ruas antes da casa do 'D'... atrás havia um campinho onde os meninos iam jogar a pelada do domingo e do lado, uma lojinha que estava para ser alugada. Já estava chegando... meu coração disparou quando toquei o ferro frio do portão. Entrei e, realmente, a casa aparentava não ter ninguém. Fui para a lateral e a porta da cozinha estava encostada... Tudo apagado...

-Tia Isa?! Sou eu!!
-Minha mãe não está...(respondeu Oscar)
-Oscar!?... Seu bobo(risos) sou eu!
-Eu sei... vem aqui... estou no quarto!

-Quando parei enfrente a porta, Oscar estava se livrando da toalha de banho... De costas pra mim, era como se me deixasse admirá-lo... Foi virando devagar enquanto enxugava os cabelos e pude perceber sua ereção... Deixei as sacolas de lado e antes que ele pudesse baixar a toalha, segurei suas mãos e o impedi de me olhar... Deixei a tolaha lhe cobrindo a cabeça e o rosto... segurei suas mãos e fiz com que as colocasse atrás da cabeça... ao me afastar sua ereção estava completa... apontava para mim e já deixava a glânde saliente. Me segurei... ainda não... Fiquei observando sua reação... andei ao redor dele sem lhe tocar e ele me percebia... Um primeiro toque... lhe passei as unhas pelas costas... vi seu arrepio, ouvi seu suspiro. Mais uma volta... seus pequenos mamilos enrijecidos eram um convite... passei a ponta da língua e dele ouvi um gemido extaseado... Meia volta... desci meu rosto até sua nadega... abri a boca e mordi, de leve...passando os dentes... pude ver cada fio se eriçar... ele se controlando e eu mais ainda... olhei-o de frente e desci...lambi da sua virilha até quase chegar ao umbigo... mordi seu joelho e subi novamente mas, agora, com dentes e unhas... o tremor me fez olhar seu membro... pingava... Passei a língua detendo a gota que cairia e o senti doce... Naquele momento gemi. Ajoelhada, coloquei minhas mãos em suas coxas e o deixei deslizar por meus lábios... O lambi, beijei... passei a língua firmemente do saco até a ponta... ele não se segurava mais e gemia... fui sugando devagar deixando cada pedacinho entrar o máximo que pude... senti suas mãos deslizarem por meus cabelos... não queria seu toque... ainda não... eu queria chupar mais e chupei... chupei com força e suavidade... profundo... lento... abria a boca e o deixava ir até o fundo... as vezes deixava seu pau de lado e ia lhe chupar as bolas... gostava de sentir o peso do pau no rosto...esfregava-o de um lado a outro enquanto lhe chupava... num impulso me afastei o deixando ofegar... tirei a roupa e me aproximei... estava tão exitada que meus bicos doiam... Peguei sua mão e o fiz sentir como estava... molhada, encharcada... grelo teso, corpo em chamas... quando o abracei pude sentir seu coração descompassado... tirei-lhe a toalha, olhei em seus olhos e beijei sua boca com sede, com uma tesão louca que me desgovernou naquele momento... Ele me pegou pelos cabelos me mordeu o queixo, o pescoço... o ombro... me pegou no colo... Cruzei as pernas em seu corpo e senti a parede em minhas costas... uma estocada forte e um beijo... outra e outra... prensou seu corpo no meu e desceu a mão e segurando minha bunda... não resisti e lhe pedi: "-Me come!"... ele gemeu e me atendeu... mais algumas estocadas se virou e me pôs na cama, de quatro.! Mordeu minha bunda e voltou a me penetrar num vai e vem que me deixava louca... ele alternava o ritmo e cada vez ia mais profundo... acariciou meu cu e colocou um dedo... mais um e eu não queria gozar mas já sentia que o corpo pedia o gozo... estava querendo explodir e ele percebeu... tirou os dedos e desacelerou... parou... saiu de mim... me deixou acalmar e, quando me viu relaxar me pegou pelas âncas e foi me penetrando lentamente de uma única vez... Quando o senti inteiro gozei forte... ele respirava profundamente e se mantinha o mais imóvel possível... recomeçou o vai e vem e senti seu corpo e suas mãos me segurarem com força... queria dar-me muito mais... foi mais fundo me fazendo gemer alto... Ele gemia e me chamava... dizia loucuras que me deixavam inda mais a beira de um novo gozo... senti seu latejar e quando o ouvi dizendo: " AMOR, VOU GOZAR!" foi como se algo me invadisse por todos os póros... rebolei frenéticamente e estanquei num gozo forte e seu corpo extremecia a cada contração... ele pulsava e me puxava pra si até levantar meu corpo... cravado em mim me beijou a boca e sussurrou:"-morde... mastiga meu pau! me tira a última gota assim..." deixamos os corpos caírem ainda grudados... Depois de alguns minutos ele foi saindo devagar. Deitou ao meu lado e me deu seu ombro pra que pudesse descançar... O sol já havia se posto e o silêncio imperava na casa. Ele me olhava com uma felicidade nos olhos que duvidei do que ele sentia pela Cici... Eu quis perguntar mas, como ele mesmo havia dito, eramos só nós dois! Ali, naquele momento, naquele quarto eramos só ele e eu... A única coisa que eu queria era que aqueles instantes ali durassem bem mais... E é incrível quando alguém consegue ler em teus olhos e faz o melhor para que poucas horas se tornem uma eternidade... Corpos tremem juntos. O recomeço, é breve...(rs)!